Segurança energética e transição precisam caminhar juntas

A segurança energética brasileira e os caminhos para uma transição capaz de conciliar desenvolvimento, abastecimento e redução de emissões estão no centro de artigo assinado pelo diretor executivo da ANDC, Francisco Neves, publicado pela Revista Poder, CBN Santos e Diário de São Paulo.

O texto faz parte dos debates realizados durante a ROG.e 2026, no Rio de Janeiro, para defender uma estratégia baseada na complementaridade das fontes de energia.

Francisco destaca que, embora o Brasil possua uma das matrizes energéticas mais diversificadas e renováveis do mundo, a disponibilidade de energia por habitante ainda é baixa. Segundo o Plano Decenal de Expansão de Energia 2035, a Oferta Interna de Energia per capita brasileira foi de 1,54 tep/hab em 2025. A média mundial havia alcançado 1,88 tep/hab em 2023.

Ampliar essa oferta é fundamental para sustentar o desenvolvimento econômico, a industrialização, a geração de empregos e a melhoria da qualidade de vida.

Nesse processo, a distribuição de combustíveis ocupa papel estratégico. A transição exige investimentos e modernização em produção, refino, biocombustíveis, terminais, armazenagem, transporte e distribuição, além de avanços tecnológicos e logísticos.

A mensagem defendida no artigo é objetiva: segurança energética e transição não são agendas opostas. O Brasil precisa reduzir a intensidade de carbono de sua economia sem comprometer a segurança do abastecimento e sua capacidade de crescer.

▶ Leia o artigo de Francisco Neves nas publicações da Revista Poder, CBN Santos e Diário de São Paulo.

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